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Zinco
Zinco


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O que é?

Tem função antioxidante, fortalecedora do sistema imunológico e de reparação celular.

 

É um micronutriente essencial envolvido em mais de 200 processos enzimáticos, formação e ação dos hormônios do crescimento, testosterona, insulina e estrógeno.


Princípio Ativo

Zinco quelado 20%


Apresentação

Frasco com 60 cápsulas de 250mg


Registro na Anvisa

660060003

Informações Nutricionais

Zinco, amido, gelatina (cápsula) e água purificada.

NÃO CONTÉM GLÚTEN. NÃO CONTÉM LACTOSE.



Modo de Usar

Tomar 1 cápsula duas vezes ao dia, preferencialmente 30 minutos antes da principal refeição, com um copo de água.



Saiba Mais

O zinco apresenta um importante papel no sistema imune e sua deficiência pode acarretar uma maior susceptibilidade a diversos patógenos, com aumento da morbidade.

 

Vários setores da resposta imune, desde a integridade de barreiras mucosas até a regulação de genes dentro dos linfócitos, são influenciados pelo zinco, o qual também exerce papel fundamental no desenvolvimento e na função das células “natural killer”.

 

Deficiência de Zinco A deficiência de zinco foi negligenciada por muito tempo, porém torna-se cada vez mais evidente sua elevada prevalência, principalmente nos casos de ingestão insuficiente de proteínas, como em crianças, idosos e em casos de desnutrição e anorexia. Nos EUA, a ingestão de zinco oscila entre 8 a 11 mg/dia.

 

Pelo menos 40% dos americanos não consomem as quantidades mínimas recomendadas de zinco. Em dietas infantis o conteúdo diário de zinco varia de 5.5 mg a 8.5 mg, que fornece apenas de 55 a 85% das recomendações. As pessoas idosas geralmente consomem entre 7 e 10 mg Zn/dia, também abaixo da recomendação. Estes dois grupos, considerados grupos de risco, estão mais susceptíveis a desenvolver patologias relacionadas à carência crônica de zinco.

 

O zinco e sistema imunológico

 

Podemos afirmar que a função imunológica é seriamente reduzida quando os níveis plasmáticos de zinco estão baixos. Conforme previamente apresentado, o mecanismo de ação da imunoestimulação que o zinco exerce é complexo, embora a estimulação do hormônio do timo (o qual o zinco é um cofator essencial) pareça ser o mais importante. O timo é indispensável para diferenciação celular dos timócitos (células T jovens).

 

As células do tecido epitelial secretam os hormônios do timo, influenciando a maturação dos timócitos e a atividade desses hormônios é diretamente dependente de zinco. A deficiência de zinco, mesmo temporariamente, pode causar uma troca da principal atividade imune Th1 celular para resposta Th2 humoral, levando ao desenvolvimento negativo de muitas doenças infecciosas e, possivelmente, induzindo a alergia alimentar.

 

A suplementação com zinco pode restaurar as funções das células T, as quais são altamente dependentes desse mineral e, portanto, prejudicadas quando os níveis de zinco diminuem, conforme diversos estudos publicados. Dependendo da concentração, o zinco também protege significativamente as células da necrose e apoptose, resultado de infecções e outras formas de estresse. Concluindo, o zinco é essencial para a manutenção do sistema imune, especialmente para a função, maturação e diferenciação das células T.

 

A ingestão dietética de zinco aumenta o número de células T circulantes, enquanto que sua deficiência diminui a função dessas células. A deficiência de zinco também causa atrofia do timo e nódulo linfático e pode exercer um efeito prejudicial na replicação celular, todos esses processos estão envolvidos na resposta imunológica. Absorção e Biodisponibilidade A biodisponibilidade do zinco da dieta, ou seja, sua absorção, retenção e utilização, representa um fator determinante da qualidade do zinco presente nos alimentos.

 

Entre os fatores nutricionais que mais afetam a biodisponibilidade, encontra-se o fitato (Hexafosfato de inositol), que forma complexos insolúveis em baixos pH. Este fenômeno é intensificado na presença de cálcio, gerando um complexo calciofitatozinco ainda mais insolúvel. O fitato é encontrado nos cereais e legumes. Entretanto, sabe-se que o fitato sozinho tem um pequeno efeito sobre a absorção do zinco até em proporções de 10:1 de fitatozinco. Porém, é na presença de cálcio na luz intestinal, que o fitato exerce todo o seu poder inibitório na absorção do zinco e, esta inibição, ocorre em proporções de fitatozinco muito menores do que 10.

 

Um interessante estudo sobre a interação entre alimentos mostrou que, o aumento de zinco plasmático após a ingestão de 120 g de ostras, uma das melhores fontes de zinco biodisponível, foi totalmente anulado pela ingestão simultânea de 120 g de tortilha, um alimento rico em fibras e fitatos.

 

Compostos de Zinco

 

O suplemento de zinco mais comum é o sulfato de zinco. Os sintomas colaterais mais importantes são os digestivos, como as dores abdominais por gastrite aguda, diarréia, náuseas e vômito. Sendo o sulfato de zinco um forte irritante da mucosa gástrica, era comum utilizá-lo para provocar o vômito.



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